Um jovem de 20 anos, identificado como Kauan Santos Costa Souza, foi morto a tiros na noite de sábado (31), no bairro Gilda Fonseca, em Itagibá, no sul da Bahia. O crime aconteceu nas proximidades da Academia de Saúde e se soma a outros homicídios registrados no município ao longo de 2026.
Segundo informações preliminares, Kauan teria tentado escapar dos criminosos por uma área de matagal, mas foi perseguido, alcançado e atingido por vários disparos. Moradores prestaram socorro e encaminharam o jovem ao hospital municipal, onde ele não resistiu aos ferimentos. A autoria e a motivação do assassinato ainda são desconhecidas.
Panorama da violência em Itagibá
O homicídio de Kauan é o quarto caso identificado em reportagens da imprensa regional entre maio e outubro deste ano. Os episódios ocorreram em diferentes localidades do município e envolveram vítimas atingidas por disparos de arma de fogo.
Em 5 de setembro, Jocivaldo Barbosa de Jesus foi assassinado dentro de uma residência na Rua Atalaia. Segundo informações divulgadas na ocasião, homens armados teriam se apresentado como policiais antes de atirar contra a vítima. Dois meses antes, em 3 de julho, um jovem identificado como Vitor foi morto a tiros em via pública, no bairro Cléber Barreto. As primeiras informações apontavam que os suspeitos estavam em uma motocicleta
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Outro homicídio havia sido noticiado em 8 de maio, quando um homem conhecido como Tizil foi morto a tiros nas proximidades do Mercado Municipal, na região central de Itagibá. Os quatro assassinatos relatados pela imprensa ocorreram em um intervalo inferior a seis meses.
Outro homicídio havia sido noticiado em 8 de maio, quando um homem conhecido como Tizil foi morto a tiros nas proximidades do Mercado Municipal, na região central de Itagibá. Os quatro assassinatos relatados pela imprensa ocorreram em um intervalo inferior a seis meses.
Além das mortes, outros episódios de violência foram noticiados no município, incluindo uma tentativa de homicídio no distrito de Japomirim, em março, e um caso de esfaqueamento no bairro 31 de Março, em agosto. Esses episódios ampliam o panorama das ocorrências divulgadas, embora não possam ser contabilizados como homicídios sem confirmação de morte.
